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CONTO ERÓTICO

A primeira vez, a gente nunca esquece

por Rodrigo Jefferson Nunes de Lima

Esta história aconteceu comigo quando eu tinha 19 anos de idade, época em que, muitas vezes, estamos nos descobrindo sexualmente.

Naqueles tempos, minha sexualidade me deixava confuso: eu tinha namorada, mas sentia estranhos desejos por homens, alguns dos quais trabalhavam comigo. Meu nome é Rodrigo e, até então, eu era virgem – e ainda seria, não fosse o recepcionista Nelson.

Trabalho como cozinheiro em um motel bem conceituado de minha cidade, um ambiente que nos faz sonhar com cada gemido que escapa das suítes.

Num certo dia de trabalho, ao chegar à recepção, me deparei, através da câmera, com um homem de mais ou menos 1,75 m de altura, cabelos lisos, músculos bem definidos e um sorriso de tirar o fôlego. Estava se oferecendo para preencher a vaga disponível de recepcionista.

Nós não nos conhecemos aquele dia: sem saber seu nome ou idade, voltei para meu setor – mas não posso negar que fiquei ansioso por uma oportunidade de saber quem ele era.

Essa oportunidade chegou. Ele foi contratado e, ao chegar para seu primeiro expediente, foi logo apertando minha mão com toda a força e dizendo que se chamava Nelson. Retribuí de forma discreta, mas já me encontrava tonto e com tal calor que mal cabia dentro de mim.

Nelson e eu trabalhávamos no mesmo período e nos tornamos grandes amigos. Enquanto isso, eu aproveitava as oportunidades para saber mais sobre sua vida. Meu amigo, às vezes, me surpreendia soltando piadas picantes, dando a entender que topava, sim, algo além da mera amizade.

Em dias de pouco movimento no motel, eu passava a noite na recepção observando Nelson cochilar, olhando de modo bem discreto para seu pau, sempre bem marcado na calça apertada.

Meses se passaram assim, até que, certa noite, Nelson subiu à cozinha e entrou de mansinho no almoxarifado, onde eu fazia a limpeza diária. Sem dizer uma palavra, ele chegou por trás e me surpreendeu com uma encoxada. Fiquei imobilizado, confuso, sem entender nada. Nelson, então, me confessou que havia sacado minhas olhadas e que, como não havia ninguém mais no motel – só eu, ele e uma camareira bem ocupada –, eu podia me esbaldar naquele corpo de deus grego.

Sim, eu tinha namorada, mas não pude resistir ao convite. Não fiz qualquer restrição, nem tentei fugir. Apenas fui colocando minha boca no pau que então saltava para fora da calça do recepcionista, um pau enorme e grosso, de uns 21 cm de comprimento.

Nelson parecia apenas esperar que eu vencesse meus medos. Tão logo encostei os lábios na cabeça agigantada, forçou o membro pra dentro e começou a meter. Parecia que suas estocadas iam partir minha garganta ao meio! Eu quase engasgava com toda aquela carne dura me invadindo.

Entretanto, Nelson também sabia ser carinhoso. Depois de ter se saciado na minha boca, me levantou e gentilmente me pôs em cima de um freezer. A posição era de quatro. Na minha cabeça, passou ser algo humilhante, mas tão logo recebi a primeira lambida no meu rabo, esqueci de tudo.

Nelson molhava e lubrificava meu cuzinho com sua língua grossa e áspera. Parecia me foder com ela – e, assim, preparava meu rabo virgem para receber seu mastro.

Fiquei louco de tesão. Parecia que algo tomava conta de meu corpo – e, quase involuntariamente, sussurrei que ele me comesse com aquele pau enorme de cabeça bem avermelhada.

Isso soou como música a seus ouvidos. Sem titubear, e aproveitando que eu estava de quatro, Nelson pôs a camisinha e começou introduzir aquele monstro.

Doeu, e eu tentei fugir. Foi em vão. Ele me segurou pela cintura e, centímetro por centímetro, foi rompendo as resistências de meu cuzinho, arrombando as pregas e me arrancando gemidos cada vez mais altos.

A dor logo passou e ficou apenas o prazer de ser comido por um verdadeiro macho, sentindo um outro homem em minhas entranhas. As sensações se misturavam: medo, tesão, prazer, arrependimento por trair minha namorada, mas felicidade por descobrir um lado bom na vida.

Outras transas aconteceram de maneira que ninguém nunca desconfiou. Até que chegou o dia em que Nelson foi despedido. Perdemos o contato, ele sumiu e nunca me ligou.

Hoje, fico eu sonhando com seu pau dentro da minha boca, espirrando seu leite grosso que mais parecia coalhada, escutando seus gemidos de prazer.

Por obra do destino, estou prestes a ficar noivo, mas vou levar comigo esses dias felizes. Afinal, como bem ensina o dito popular, “a primeira vez, a gente nunca esquece”.









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