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MATÉRIA



Tempero brasileiro


Como os deliciosos machos “made in Brazil” se tornaram a receita secreta do pornô gay internacional





Por Vides Júnior

Quem é fã das revistas gays da Sexsites Editorial (Sex Boys, Sex Boys Brasil, Sex Boys DVD e Master Boys DVD) sabe: somos grandes descobridores de talentos para o pornô e investimos na beleza e sensualidade dos rapazes.

Uma vez descobertos, esses garotos são chamados por diversas outras produtoras, e muitos chegam a gravar centenas de filmes – mas isso não basta. Estamos falando de mercado brasileiro, e há uma diferença gritante entre este e o mercado adulto americano, por exemplo.

Nos Estados Unidos, os grandes atores pornôs vivem em casas em Malibu, têm carros conversíveis e cachês de milhares de dólares. No Brasil, não importa quanta experiência o ator tenha ou quantos trabalhos realize, sempre compete de igual para igual com os estreantes – e, via de regra, não vai conseguir comprar um carro conversível, quanto mais uma casa em Malibu. É quando surge, no cenário, o produtor estrangeiro...

Mina de ouro

Quem vem de fora sabe: o Brazil tem o rótulo da sensualidade, de corpos morenos, suados e malhados. Os produtores pornôs descobriram isso há muito tempo. Agenciadores e fotógrafos ficam de olho nos novos talentos, vendendo sua beleza para o mercado internacional – mas não é qualquer um que consegue vencer as fronteiras tupiniquins.

Como qualquer celebridade que se preze, o ator pornô tem de investir em si próprio, e isso custa dinheiro, muito dinheiro: cabeleireiro, limpeza de pele, academia, aminoácidos, lentes de contato, lipoaspiração, sungas, perfumes, roupas.

Talvez – talvez – depois de tudo isso, você consiga um passaporte para filmar nos Estados Unidos ou na Europa. Foi assim com Romano di Caprio (capa da Sex Boys 8). Depois de investir muito em si próprio, conseguiu assinar um contrato de um ano com uma produtora italiana. Isso permitiu que, ao voltar, ele comprasse apartamento e carro – mas o auto-investimento continuou: “Modelei o corpo com academia e silicone e, hoje, continuo atuando”. Seus filmes podem ser encontrados em qualquer país da Europa.

Tesão e competição

Apesar dos obstáculos enfrentados, Romano não é um caso isolado. Os brazilian boys são, hoje, receita de sucesso em qualquer produção gay internacional. Victor Cowboy, cujos olhos verdes enfeitiçaram nossos leitores na Sex Boys 4, há pouco voltou da Europa, onde trabalhou com Kristen Bjorn no último ano.

Bjorn, aliás, é um dos grandes portais que se abrem aos atores nacionais. Em seu casting, famoso por todo o mundo, estão alguns brasileiros que, mal estrearam em nossos filmes, caíram nas graças do hábil produtor. Nada bobos, esses garotos não galgaram a escada da fama: subiram de elevador.

Para quem se interessa pela carreira, o conselho de quem já foi atuar lá fora é um só: “Guarde bem o seu dinheiro!”. Esses meninos sabem o que dizem. Num mercado em que a novidade é que vende, sempre há uma dúzia de novos garotos competindo por uma cena.

Allan, o Escorpião (Sex Boys DVD 3), já deverá ter embarcado para a Itália quando você estiver lendo esta matéria. Sortudo, ele recebeu o convite de um produtor italiano para fazer dez filmes. “Tenho que ir. Estou com o corpo em cima e com a idade correta, 28 anos. No Brasil, já fiquei muito conhecido. Agora, preciso me revitalizar no mercado internacional. Aqui [...], já tem muito garotinho de 18 anos na fila, e eles empurram!”, desabafa.

Allan diz a verdade. É cada vez mais difícil destacar-se como ator pornô hoje em dia. A cada novo filme, o número de candidatos ao elenco aumenta: são campeões de musculação, professores de artes marciais, garotos de programa, atores de teatro, gays desencanados, tarados compulsivos, desempregados, leitores da revista... O ator Sandro Bullock, que atua no filme desta edição, abandonou a vida de sacerdócio para fazer filme pornô. Isso mesmo, Bullock era padre – e, como você pode conferir no filme, ele deve ser melhor como ator mesmo.

Alguns brasileiros que venceram lá fora

Cláudio Marino

O moreno de corpo espetacular pode ser visto nos filmes “Amazon Adventures”, “The Caracas Adventure”, “Mystery Men”, entre outros. Considera-se “liberto-sexual”, ou seja, livre de preferências. Adora contracenar com seu amigo português, Fernando Leite.

João Pauzão

O mineiro não ficou famoso à toa. Com seu belo instrumento de 24 cm, o moço do campo é um garanhão insaciável. Segundo conta, precisa gozar três vezes por dia e não atua como passivo. Nem precisa, queridão!

Carlo Cox

Com 38 anos, ativo, musculoso e jeitão de macho arrogante, decidiu dar sua contribuição à arte depois de ser instigado num chat da Internet (!). Há anos fora do Brasil, atualmente vive na ponte aérea: grava em Los Angeles e mora em Londres. É que a Inglaterra é o lar do maridão.

Vladimir Correa

Outro mineiro (eita, povinho quente!), Vladimir tornou-se tão conhecido que ganhou um filme com seu nome: “Inside Vladimir Correa”, produção estrangeira lançada pela Sex Boys DVD 7. O garoto é tão quente que é talvez o mais conhecido dentre os brasileiros do pornô gay internacional. 

 









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